segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

HAJA MEMÓRIA

Em 1972, essa enorme figura da democracia alemã, o chanceler WILLY BRANDT, qual profeta, disse que as Alemanhas, separadas artificialmente no após II Guerra Mundial, haveria de se reunificar e que não demoraria muitos anos. Tinha o muro da vergonha sido erguido há 11 anos (1961) e havia famílias que, tendo sido separadas, não se voltaram a ver. Chamara-lhe louco, social-democrata fanatizado.
Não chegou a sentir a alegria de ver realidade a sua profecia. Faz hoje 20 anos que foi demolido o tristemente célebre muro que separou os berlinenses, e a alegria foi tão grande que o 9 de Novembro haverá de ser uma data comemorada pela Alemanha (reunificada) e pelo mundo ocidental. A queda do muro, empurrada pela sede de liberdade do povo oprimido, significou o fim do regime comunista na Europa e do seu encolhimento no mundo, fim que começou a ser a anunciado com as grandes movimentações operárias na Polónia e com a subida de Gorbatchev ao poder na URSS, com o fermento de revoltas esporádicas num ou noutro país da cortina de ferro (Hungria 1956 – Checoslováquia 1968).
As televisões têm apresentado nacos da história do sofrimento daqueles povos e na TV pública, uma série bem oportuna titulada “O mundo Perdido do Comunismo” suportada no livro com o mesmo título. Vale a pena ler quem não viu a série e sobretudo todos os que estão ainda condicionados por certa sigla partidária.

José Pinto da Silva

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

José Sócrates recebe delegações dos partidos

José Sócrates recebe em São Bento, hoje, as delegações do PSD e CDS-PP e amanha as do Bloco de Esquerda e PCP, com o objectivo de discutir soluções de governabilidade para o país.
Hoje, a delegação da presidente do PSD será recebida às 10h00 e a delegação do presidente do CDS-PP às 15h00. Na quinta-feira, o primeiro-ministro indigitado reúne-se com o Bloco de Esquerda às 11h00 e o PCP às 16h30.Segunda-feira, após ter sido indigitado primeiro-ministro pelo Presidente da República, José Sócrates anunciou que iria reunir com os partidos políticos "com vista a apurar a disponibilidade de cada um para darem um contributo para a governabilidade e para a resolução dos problemas do país": "quero assegurar-vos que a minha vontade é estabelecer um quadro de diálogo político que permita ao país ter a consciência que necessita de ter um Governo de quatro anos e um Governo estável, que responda aos problemas do país"."Não parto para esse diálogo com preconceitos ou com a intenção de apenas encenar o diálogo. Parto com a vontade de estabelecer um diálogo político com todos os partidos. Acho que esse é o meu dever. Não se parte para esse diálogo impondo condições ou com reserva mental ou com preconceitos". Parto para estas conversas com “espírito aberto e de coração limpo”, concluiu.

José Sócrates indigitado primeiro-ministro de Portugal

O secretário-geral do PS, José Sócrates, foi indigitado dia 12 pelo Presidente da República para o cargo de primeiro-ministro de Portugal.
Segundo nota divulgada no site da Presidência da República: “ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados das eleições legislativas de 27 de Setembro, o Presidente da República indigitou hoje o Secretário-Geral do Partido Socialista, Eng.º José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, para o cargo de Primeiro-Ministro”.

domingo, 27 de Setembro de 2009

VITÓRIA!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Jantar de Apoio à Candidatura de Fátima Oliveira

Realizar-se-á no proximo dia 2 de Outubro um jantar de apoio à candidatura de Fátima Oliveira à Junta de freguesia de Caldas de São Jorge. Este jantar contará com a presença dos candidatos à Camara Municipal de Sta maria da Feira e à Assembleia Municipal de Sta Maria da Feira, Alcides Branco e Antonio Cardoso respectivamente.

Local: Restaurante Taverna
Hora: 20H

Os interessados deveram contactar os seguintes numeros para marcação de lugares: 963894106 / 964127981

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

"Avançar Portugal" no distrito do Porto e Aveiro



A Secção do Partido Socialista de Caldas de São Jorge fez-se representar no passado domingo nas iniciativas promovidas pela "Campanha Avançar Portugal - Socrates 2009"



Durante a manhã a campanha percorreu as ruas da cidade de Arouca. Uma arruada bem ao estilo do PS a culminar com os discursos do Candidato á Camara Municipal de Arouca pela lista do PS, de Afonso Candal e Maria de Belem deputados pelo ciclo de Aveiro e de José Socrates.

Durante a tarde foi tempo para mais uma arruada desta feita pelas ruas de Gondomar que foram pequenas para a quantidade de pessoas que quiseram prestar o seu apoio a José Socrates.

Ao inicio da noite,milhares de pessoas invadiram a praça D. João I no Porto e suas arterias adjacentes. Foi em clima de festa que todos aqueles milhares de pessoas receberam Mario Soares e José Socrates naquele que para mim foi o melhor Comicio de sempre ao qual assisti.

Avançar Portugal...
... Rumo à Vitoria.

Telmo Gomes

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Debate na RCF


Durante o debate de 15/09 (candidatos de Caldas de S. Jorge) o candidato Martins mentiu ao Presidente da Junta (PJ) que tem e usa o mesmo nome, quando falou das obras inacabadas. Disse o candidato que o PJ contestara uma Providência Cautelar. Mentiu, porque a P.C. não teve seguimento, porque a Juíza entendeu que o Tribunal da Feira não era competente para a apreciar e julgar. Logo, o PJ não contestou coisa nenhuma. Há, sim, um processo queixa interposto contra a JF (e dizem que também contra o PJ- dois processos, portanto), processo que teve já uma audiência agendada para 14 de Agosto passado e que foi adiada por ausência de diversos dos notificados. Têm dúvida? O processo tem o número 2791/09. 4TBVFR – 3º. Juízo. Conferir. E o candidato Martins sabia disso tudo, logo mentiu no debate.
Foi verdade que, tomado conhecimento da apresentação da queixa, o PJ foi pedir, de cara baixa, a pessoa bem relacionada com o dono do terreno, que lhe levasse uma proposta de acordo e que consistia em:
- A JF faria um passeio de 1,5 m de largura a contar da linha do asfalto na frente do terreno; construiria um
um muro em toda a frente do terreno em alinhamento a marcar, sensivelmente 5 a 6 m a contar da linha do
asfalto; passaria as três cruzes para o passeio; o espaço entre o limite do passeio e o muro seria ajardinado
e a esse jardim, em toda a frente do terreno, seria atribuído o nome do progenitor do dono do terreno. O candidato Martins sabia disto tudo, logo mentiu no debate.
A pessoa intermediária, com algum custo, mas porque pugnava pelo apaziguamento, lá foi levar a proposta pessoalmente. O homem (dono do terreno), ainda que tendo ouvido a proposta, disse que oficialmente a não recebia, porque ficara entendido, em reunião na sede da Junta – reunião que terminou tempestuosa – que qualquer comunicação com ele seria SEMPRE encaminhada através do seu advogado, também presente nessa reunião. Dado o recado, o intermediário comunicou ao PJ a conclusão e ele telefonou ao advogado e este disse que queria receber essa proposta por escrito. Esta proposta por escrito não chegou a ser apresentada. O PJ, por si só, ou aconselhado, entendeu não mandar a proposta escrita. Isto passou-se de facto e ocorreu no início do mês de Junho de 2009. O candidato Martins sabia disto tudo, pelo que mentiu no debate.
Quanto à pretensa doação da faixa de terreno, abstraiamo-nos da existência de qualquer documento, pois não existe, de contrário teria sido exibido até à exaustão. Vamos, então, a declarações do PJ em entrevista de 20 de Julho ao “Terras da Feira.”
Pergunta: A doação foi feita para fazer uma rotunda:
Resposta: SIM
Pergunta: Mas não é o que está a ser feito …
Resposta: A Câmara e o projectista do Calvário acharam que a rotunda não tinha cabimento (1)
O que segue é irrelevante para a compreensão do caso, até porque se trata de uma série de contradições ininteligíveis. Faz-se confusão sobre o que é uma rotunda.
O significativo é que a doação que é invocada terá sido feita com o fim de construir uma rotunda no cruzamento e o PJ reconheceu isso mesmo. E, tecnicamente não se poderia falar de “doação” que implicaria escritura, mas autorização de corte e uso. Confirmou depois que foi reconhecido que “a rotunda não tinha cabimento”, donde a autorização de corte e uso deixou de ter sentido. E, para fazer a rotunda, seria utilizada uma pequena porção de chão no ângulo nascente/sul da propriedade. É isso mesmo que o proprietário confirma ter prometido ao ex-Presidente da Junta, Fernando Coelho. Deixar cortar o canto para a tal rotunda.
Tudo o que foi para além dessa hipótese, foi abuso, foi invasão, foi falta de respeito, foi acto miserável que aconteceu, porque o dono morava longe e só tarde se aperceberia.
Haveremos de voltar para as outras obras inacabadas.
Secretariado da Secção do PS

(1) O espaço do cruzamento era exíguo e também porque ficava no
fim de uma descida íngreme, ficaria a constituir perigo constante.

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

À Direcção Distrital do BE AVEIRO

Ilustríssimos (ou nem tanto) Senhores,

Mão de amigo (eventualmente comum) fez-me chegar texto de e-mail de V/ recebido a reagir a texto inserto no jornal “Terras da Feira” e que lhes fez chegar, texto esse por mim subscrito, porque por mim escrito. É o conteúdo desse e-mail que me proponho comentar.
É pena que “não tomem posição (pública) sobre textos que eu subscreva. Diz-se que quem cala consente e sou tentado a dizer que calam por carestia de argumentos. E lamentam que eu escreva, e isso é aceitável, mas lamentar que sejam publicados os escritos é defender a censura, o enfiamento no túnel por onde fariam entrar todo o mundo se, por desgraça, alguma vez fossem poder. Não sabem debater, gostam mais e muito é de bater.
Estão V/ de todo equivocados relativamente ao “ódio que destilo ao BE”. Politicamente não odeio ninguém, embora, nalgumas circunstâncias, me torne verbalmente violento se confrontado com algumas aleivosias, pseudamente de esquerda, diria que são bem mais canhotas do que da esquerda, descoladas por certas figuras do Bloco, das do topo, (alguém daí quis fazer-me convencer que no BE a hierarquia era horizontal) e mesmo das mais cá da terra.
Quanto ao grande líder, (dou-lhe tal tratamento usando antonomásia e pensando num ser aviltante que foi posto à frente do desgraçado povo da Coreia do Norte), um facto repugnante é ele ter vergonha das suas origens. Ele daria muito para poder esconder a sua origem burguesa e tem vergonha de não ter nascido “sem abrigo”, para poder dizer, agora, que subiu por si, a pulso. E como adoraria ter no curriculum umas sessões de tortura e tempo de degredo. Mas nasceu burguês, cresceu na burguesia e tornou-se altamente burguês, vaidosamente burguês.
Se porventura querem saber mais, mais bem escrito, muito mais lido, consultem o Semanário Expresso de 5 de Setembro e leiam um naco de prosa de Henrique Raposo. Diz então e vou citando: “O que é Louçã senão um baronete de esquerda?” “Lança ódio contra as suas próprias origens” “É um menino de boas famílias, com vergonha de ter nascido de boas famílias”. “Proponho uma troca: Louçã concede-me as suas raízes aristocráticas e eu ofereço-lhe as minhas raízes plebeias”. “Louçã é um vendedor de ódios sociais. Um político que agita ódios é um perigo constante”. “Louçã é o pior dos populistas indígenas. … O nível de ódio que LE PEN usa contra os ‘pretos’ é idêntico ao nível de ódio que Louçã usa contra os ‘ricos’”. “Ainda estou para perceber a razão que leva os media a proteger o político mais intolerante de Portugal”. Imaginem se era eu o autor destes qualificativos!
Mostrou o Sr. Louçã, ontem, o seu lado mais miserável, trapalhão, mentiroso e sacana ao tentar espalhar que o Governo adjudicara uma obra por mais 500 milhões do que o preço do concurso, quando ele sabia, por isso a sacanice, desde meados de Agosto, que o concurso iria ser anulado. E insistiu depois, num comício algures, que já ganhara para o Estado os tais 500 milhões. Miserável aldrabão que, numa atitude absolutamente canalha, invoca o Jorge Coelho, como se se tratasse de algum celerado. É muito competente, de contrário um empresário como António Mota, que conheço há muitos anos, não o contrataria. Louçã tem uma inveja infinda, porque, para além da retórica professoral, não sabe fazer coisa nenhuma. Não faz a mínima ideia do que é uma empresa, não seria capaz de gerir um quiosque, pelo que atira sobre os empresários e gestores toda a raiva que o alimenta e que nem a descoberta de Pasteur consegue curar. Porque sabe que, por meios naturais, nunca acederá a qualquer poder, fácil se lhe torna oferecer bacalhau a pataco e saúde embalada e sem custos para todos.
Mas … o país e o seu povo vão estar atentos.

Pinto da Silva

quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Vamos Debater! A Sexualidade

A não perder! Interessa-te o tema da sexualidade? Sabemos bem que sim!

Por isso, a Juventude Socilista de Santa Maria da Feira convida-te a assistir, dia 12 de Setembro (Sábado), pelas 15h, no Orfeão de Santa Maria da Feira, ao colóquio "Sexualidade".

Com a presença de Fábio Moreira (Autor/Actor da peça de teatro "Duas Vidas"), Alcides Branco (Candidato pelo PS à CM Feira), Antero Barbosa (Coordenador da JS Feira) e Miguel Vale de Almeida (Candidato a deputado pelo PS).

Não faltes!

Divulga esta mensagem e faz-te acompanhar dos teus amigos e familiares que também estejam interessados! Toda a participação é importante. Até lá.

COMO VAI SER?

Os politólogos e comentadores políticos de todas as tendências ideológicas e mesmo os auto ditos independentes prevêem que, nas legislativas deste mês não acontecerá maioria absoluta de um só partido. O que será, a concretizarem-se tais previsões, dramático para o país muito depauperado, mas com a economia a dar os primeiros sinais de recuperação.
Faço aqui e antes de mais nada a minha declaração de interesse. Torço pela maioria absoluta do PS e para ela contribuirei com o meu voto. Mas, a não ganhar o PS, pois que ganhe o PSD e que o eleitorado lhe dê maioria absoluta. Porque só com estabilidade será possível aproveitar dos sinais favoráveis que a economia está a dar. E se nenhum dos dois conseguir o desiderato, pois que ambos os líderes esbatam a mútua aversão e cheguem a um formato de governo estável e com garantia de durar a legislatura. Abomine-se ou ridicularize-se o Bloco Central. Bloco por bloco, pensemos.
Não me parece que um governo minoritário, do PSD ou do PS chegue a ter o seu programa aprovado, como não chegaria a ter aprovação para o primeiro Orçamento, a manter-se a aversão ideológica, ou nem tanto, entre as lideranças do “centrão”, mas também pelo sentido de caos dos partidos satélites. E, como em seis meses o PR não pode dissolver o Parlamento, viver-se-á um período absolutamente surrealista que trará à memória o BElo tempo de 1975.
E, pelos sinais já dados, o ponto de toque vai ser o que Louçã chama de denúncia dos responsáveis pela crise, sobretudo o primeiro-ministro, e o tema base serão os números absolutos de desempregados. E aquele que augura um dia liderar um governo (em Portugal?) leva na folhinha o número dos sem emprego em 2005, em 2006, em 2008 e 2009 para dizer que o aumento se deve exclusivamente ao governo em funções e às políticas desenvolvidas. Nenhuma referência à crise internacional que abalou desde a raiz todas as economias do mundo, as melhores e mais fortes da Europa com o carrossel sempre crescente de desempregados e encerramento de empresas em todos os países, nem ao facto de Portugal ser o que, afinal, menos desempregados gerou. Veja-se a Espanha que todos, da direita e da esquerda, apontavam como exemplo de crescimento e bem-estar há três/quatro anos atrás. E a aflição que logo exteriorizam se os números divulgados apontam para algum abaixamento na percentagem de sem emprego! E também ficaram abaladas as economias de miséria. Todas. Em todo o mundo.
Será Portugal o único país onde líderes políticos de oposição, de todos os quadrantes e mais os da esquerda radical, se manifestam claramente felizes quando podem brandir números de aumento de desemprego? Parasitam claramente a desgraça alheia, mas parasitam miseravelmente a má situação do país. E que medidas sugerem para que o emprego aumente e o desemprego mingue? Nada vezes nada, porque têm vergonha de dizer que sovietizariam o mercado de trabalho, dando empregos públicos a todo o mundo e obrigariam as empresas privadas a empregar 100 onde 50 fariam o trabalho. Não dizem como se aguentariam as empresas, nem eles quereriam que se aguentassem. No caos sabem eles mexerem-se. E sabem bem como provocar o caos. As nacionalizações passariam a ser moda e, como não ressarciriam ninguém, saberiam como se acomodar e aos amigos. Seria um “fartar vilanagem!”. Quem estaria disponível para investir neste país, quando os governantes, eles mesmos manifestam ódio visceral aos investidores, a quem tem capital, a quem aspira a ter lucro. Vê-se como o homem – pobre homem! – tem um ódio fixado no Américo Amorim! E recordam que deixou de insultar todo o mundo, em especial o governo e mais especialmente o primeiro-ministro, por causa da história do Manuel Fino e da intervenção da CGD no lote de acções da Cimpor! É que, agora se prova, foi um grande acto de gestão. Se as acções fossem agora vendidas haveria um encaixe de milhões de euros.
Lembramo-nos de 1975 e o que se seguiu a Março. Para que não fique dúvida, já disse isto mesmo, por escrito, ao grande líder, ao pai eterno, ao que vai fazer as tais denúncias.
Se não fosse trágico, seria muito interessante ver-se aplicar em Portugal a política anunciada em comícios, em panfletos, em debates (que nunca em escritos académicos ou mesmo aulas) por Francisco Louçã. Será que, como em 75 haveria gente nos bancos a esmiuçar as contas bancárias dos “reaccionários” para serem reveladas às polícias de opinião que seria logo constituída? Vejam a felicidade de povos submetidos a regimes que tais. E atentem ao desenvolvimento deles. E ao bem-estar daqueles povos. E à liberdade de fazerem manifestações de protesto e contestação. Será preciso lembrar casos concretos?
Que o povo eleitor deste país tenha a lucidez pousada e calma para dar força a quem consiga governar em segurança, relegando os do protesto para a sua dimensão natural.

José Pinto da Silva

sábado, 29 de Agosto de 2009

Membros das mesas de voto!!!

A Seccão do Partido socilaista vem por este meio a publico comunicar a abertura das candidaturas ás mesas de voto nas eleições que se avizinham.

Os interessados devem inscrever-se através do Coordenador de Secção Telmo Gomes.
Tel 963894106 ou por email para geral.pscaldas@gmail.com

terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Luís Figo apoia Sócrates para novo mandato

Em entrevista ao Diário Económico, Luís Figo faz uma "avaliação muita positiva" do trabalho do Governo e espera que “Sócrates mantenha a energia para mobilizar o país” durante mais quatro anos de governação.
Figo lembra que “foram feitos investimentos importantes em infra-estruturas” e destaca a importância da aposta nas energias renováveis, sublinhando que “o país tem feito um caminho de desenvolvimento, como na educação e nas novas tecnologias, que tem de ser continuado nos próximos anos”.Luís Figo afirma que faz “uma avaliação muita positiva do trabalho deste Governo nos últimos quatro anos”, e alerta que “no momento em que estamos com as eleições à porta, é preciso garantir a estabilidade e continuidade das decisões que foram tomadas, para que a entrada de um novo governo não signifique que se começa tudo outra vez do início. Não é positivo para o país estar sempre a mudar de rumo e de opções e é sempre necessário algum tempo para as coisas produzirem efeitos”.A referência mundial do futebol diz ver “a energia de José Sócrates, a capacidade empreendedora”, e espera “que continue a ter essa capacidade de mobilizar o país”, concluindo que “bem precisamos”.

quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

www.fatimaoliveira.com

Já se encontram online as páginas da candidatura de Fátima Oliveira á JF de Caldas de São Jorge.

Poderá visita-las em : www.fatimaoliveira.com / www.fatimaoliveira2009.blogspot.com

sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Intervenção de Fátima Oliveira na apresentação oficial...

Eu, que quero ser Presidente da Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, não posso e não quero dar o primeiro passo da caminhada, sem erguer o meu pensamento até à memória do Presidente que partiu, estando em pleno exercício do mandato que o povo de Caldas de S. Jorge lhe tinha confiado.
Convido a assistência a, juntamente comigo, guardar um minuto de silêncio em memória do Senhor FERNANDO COELHO.
Quero aqui anunciar e com a solenidade possível, que o primeiro acto depois da minha tomada de posse como Presidente da Junta, se o vier a ser como espero, será o de fixar a sua memória num quadro fotografia que será suspenso no mais nobre ponto desta casa.
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Nota prévia: Durante toda a minha próxima intervenção sempre falarei na primeira pessoa. Não se trata de tendência para o egocentrismo, mas simplesmente porque, não tendo ainda a equipa constituída, tenho que, por ora, assumir sozinha.
Conterrâneas e Conterrâneos,
Senhor Alcides Branco, candidato PS a Presidente da Câmara de Santa Maria da Feira,
Amigos de fora desta Vila, a vós, aquele abraço!
Ponderei, pedi sugestões, aconselhei-me, aquilatei das dificuldades e decidi. SEREI CANDIDATA a Presidente da Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge. Este é o ANÚNCIO OFICIAL.
A partir das primeiras abordagens, desenvolveram-se-me interiormente algumas resistências. Serei demasiado nova para tais andanças? Será o trabalho de um Presidente de Junta de uma Freguesia pequena como a nossa assim tão complexo e absorvente? Será muito difícil pegar nos dossiers correntes para quem não tenha experiência executiva?
As horas mais positivas foram dando as respostas que se impunham e empurraram a decisão. A Juventude não poderá ser uma grande vantagem em acrescento de garra e de desejo de fazer bem e sobretudo melhor do que o que se tem visto? Outros ainda mais novos assumiram responsabilidades bem maiores. Nem o trabalho é tão complexo, nem irei estar sozinha. Procurarei convidar para a proximidade quem, como eu, esteja disposto e disponível para os mesmos objectivos. Se outros, também sem experiência, eventualmente com menor back ground académico e cultural os tomaram, porque não eu? E, como se diz, para tudo na vida há sempre uma primeira vez e também a haverá para a gestão autárquica. É até a primeira vez que uma mulher se assume disponível para ser Presidente de Junta em Caldas de S. Jorge.
Como é que se pode ser útil à Freguesia e às suas pessoas?
(1) Logo, olhando primeiro para as pessoas, procurando saber do que precisarão e imaginando caminhos para encontrar respostas. Caldas de S. Jorge necessita que a sua Junta esteja mais próxima dos problemas reais da população. As pessoas esperam por grandes projectos, grandes obras. Mas antes de tudo, esperam que lhes resolvam o problema que têm à porta de casa, ou até mesmo dentro de casa. Não podemos direccionar toda a nossa atenção para apostas e prioridades em algumas áreas quando a vertente social é negligenciada, quando faltam os equipamentos sociais, quando faltam os serviços básicos para uma qualidade de vida digna.
A Junta de Freguesia é o poder mais próximo das pessoas e por isso tem de conhecer, melhor do que qualquer outro organismo, os cidadãos, as famílias e as dificuldades e aspirações das mesmas. A Junta de Freguesia tem o dever, especialmente neste tempo de crise que atravessamos, de identificar e apresentar soluções para os problemas sociais da população.
Antes de pensar em obras, procurar saber se há na terra situações muito degradantes, localizá-las e procurar meios de melhorar. Abrir frentes de contacto permanente com a Segurança Social, com os Serviços Sociais da Câmara e clamar por apoio. Com os meios de que a Junta dispuser, criar e instalar na Junta serviços de informação, usando essa incomparável ferramenta que é a Internet. A médio prazo criar bases de dados identificando idosos, por escala de idades, crianças por grupos etários, beneficiários do RSI, utentes de habitação social, etc. Procurar programas de apoio social que possam ser implementados na Junta de Freguesia e procurar criar protocolos com entidades sociais que possam apoiar os nossos cidadãos.
(2) Tomar os dossiers encravados e tentar apaziguar as partes. Falar, e chegar a acordo, com o Sr. Dr. Raul Ferreira da Silva para se poder, em paz, acabar a obra do Calvário. Obra que, não me custa dizer, tem visibilidade e é do agrado popular, embora haja quem defenda que, com o volume de investimento feito, se poderia ter investido em obra mais útil. Sobre este assunto, posso referir que colhi uma informação muito recente segundo a qual terá sido marcada uma audiência/julgamento para meados de Agosto, constando-se, entretanto, que a maior parte dos convocados não comparecerá devido a compromissos assumidos e intransferíveis. Acontecerá, supõe-se, adiamento. Por outro lado, um documento feito público nos blogues e na imprensa e assinado pelo proprietário do terreno invadido, indicia incompatibilidades latentes e dificuldades de chegada ao acordo que tem sido alardeado bastas vezes pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia. Como lamento esta dificuldade de aproximação das partes em litígio e quanto espero que o povo de Caldas de S. Jorge me venha a dar a oportunidade de, eu própria, ser a mediadora no processo.
b) Reatar as conversações com o proprietário do terreno na Rua da Carreira para se dar fim a trabalho que desfeia e desprestigia. Do mesmo modo, falar com os donos da mina e resolver como e onde se coloca o óculo de acesso.
c) Chegar a uma conclusão definitiva sobre o acesso, ou não, em Casaldoído a partir do portão da quinta do “Bento”.
(3) O diagnóstico das necessidades da Vila está feito e, claro, não deixarei de as ter na minha agenda sempre aberta:
O CENTRO ESCOLAR que é mais prioritário do que se invoca, até porque a CARTA EDUCATIVA determina prazo e ele vai caminhando para o termo. Promoverei um estudo tão profundo quando possível contando com personalidades de cá, para ser apresentado à Câmara e se darem passos seguros no processo.
A construção de um Edifício Sede para a Junta que agregue espaços destinados a Associações, deixando a actual Sede totalmente disponível para a Unidade de Saúde que se espera seja mantida em funcionamento agregada a uma USF ou noutra modalidade a definir pelos Serviços responsáveis.
Procurarei uma solução para a Casa e Terreno da PINES e defenderei que este espaço seja reservado para actividades ligadas ao turismo e hotelaria.
Acompanharei e apoiarei, no que for possível, o bom e rápido desenvolvimento do Projecto ILHA para que, tão rápido quanto possível regresse a animação àquele espaço.
Colaborarei de forma determinada, com a Fundação da Fábrica da Igreja, para o bom e rápido andamento do processo da construção de um Lar da Terceira Idade.
Retomarei e insistirei junto da Câmara e Sociedade de Turismo para que a Junta de Freguesia venha a ser parte accionista na Sociedade de Turismo. Não para gerir, não para “criar problemas” mas só para SER PARTE.
Darei continuidade, a partir do pé em que estiver (ninguém sabe qual a real situação), ao processo da Via Pedonal. Depois de ficar totalmente inteirada dos projectos que, por certo existirão na Junta ou na Câmara, ouvirei os proprietários ainda não contactados e tentarei demover os já abordados, mas renitentes na chegada a um acordo.
Tentarei fazer inventário dos Moinhos de Água existentes nas margens do Uíma e em território de Caldas de S. Jorge. Averiguarei da operacionalidade dos que estiverem em melhores condições e apresentarei na Câmara uma candidatura à compra e recuperação de algumas unidades. Isto em consonância com a Via Pedonal. Em simultâneo apresentarei projecto e candidatura para uma limpeza das margens do Rio e, em certos locais, do leito. Estabelecerei os contactos necessários para um próximo futuro repovoamento da fauna trutífera.
Introduzo aqui talvez uma provocação para alguns, mas sobretudo um desafio ao futuro Presidente da Câmara, quemquer que ele seja. Caldas de S. Jorge é o Centro geodésico do Concelho de Santa Maria da Feira.
Todos reconhecem que nesta Vila não se fez, nos últimos mandatos, nenhum investimento de alegrar os olhos, pelo que lanço o desafio da construção de uma POUSADA DA JUVENTUDE em Caldas de S. Jorge, ou o ainda maior, de transferirem para cá a construção da Escola de Hotelaria, Turismo e Termalismo.
Serão, naturalmente, apoiadas as Associações Recreativas, Culturais e Desportivas com a tão habitual como pequena contribuição pecuniária, mas serão seguramente patrocinadas Iniciativas de índole cultural e desportiva que sejam propostas: Futebol e Atletismo, Ranchos Folclóricos e Associações Recreativas e Culturais que fazem da dança popular a sua actividade base, Escuteiros, Associações de Pais, e uma palavra de especial simpatia para a Juventude Inquieta, pelo dinamismo sempre demonstrado e força criativa. Pena não ter uma Sede onde possa criar e desenvolver iniciativas.
Mas para onde virarei verdadeiramente o meu esforço e a minha determinação será para a necessidade de informar toda a Comunidade em geral e a Assembleia de Freguesia muito particularmente de TUDO O QUE OCORRER na Freguesia: projectos, propostas, iniciativas e SOBRETUDO informação detalhada até ao Euro de toda a movimentação de dinheiros na Junta de Freguesia, sejam os subsídios oficiais, sejam donativos extraordinários, públicos ou privados e sejam entregues em numerário ou em materiais ou prestação de serviços. Tudo haverá de ficar registado para que conste e para que todos saibam tudo de tudo.
Sei que as pessoas sentem que o poder já não está ao serviço da população. Vivemos um clima de suspeição e desconfiança numa junta que não respeita os princípios essenciais da democracia. Infelizmente, em Caldas de S. Jorge, a participação democrática é cada vez menos valorizada e aceite por aqueles que nos governam. E isso fica evidente nas assembleias de freguesia vazias de informação, onde as perguntas se repetem e as respostas não chegam.
É preciso que os caldenses voltem às Assembleias de Freguesia, que sejam chamados a contribuir para o bem geral e que sintam que são protagonistas na discussão sobre a causa pública. É preciso que o poder seja centrado na população, nas suas necessidades e na resolução dos seus problemas. Quero que os caldenses voltem a acreditar e a confiar no poder local.
Não será tolerável, em nenhuma circunstância, ser a Junta questionada pela Assembleia de Freguesia sobre qualquer tema, nomeadamente sobre CONTAS, origem e destino de dinheiros, e não ser dada resposta. Nunca hei-de ser acusada dessa falha. Utilizarei até ao limite a Página Oficial da Junta de Freguesia para ter as pessoas informadas. Hei-de chegar a lá publicar as Contas e até as Actas. A minha experiência como eleita na Assembleia de Freguesia só me deu frustração por nunca ouvir respostas às questões que eu própria, em nome do meu grupo, fazia.
Não quero encerrar esta minha apresentação perante as pessoas de Caldas de S. Jorge sem deixar claro e de forma que não suscite dúvidas de que serei absolutamente leal, o que pode não significar concordância, com a Câmara que o povo escolher, qualquer que seja a sua cor política. E é dentro do mesmo espírito que aplaudirei com ambas as mãos, e agradecerei mesmo, toda a obra que, de agora até às eleições, seja trazida para Caldas de S. Jorge, mesmo que haja o direito e a tentação de lhe chamar jogada eleitoralista.
Em traços ainda que não largos é esta a ideia que tenho da e para a minha terra.
EU…. PRECISAREI DE TODOS. ESTAREI SEMPRE DISPONÍVEL PARA TODOS QUANTOS PRECISEM DE MIM.
Bem hajam por terem vindo, bem hajam pela paciência que vos requeri e bem hajam pelo apoio que estiverem dispostos a dar-me. Porque, claro, EU QUERO SER PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE CALDAS DE S. JORGE.

segunda-feira, 27 de Julho de 2009


quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Fórum Novas Fronteiras discute Políticas Sociais

A sessão pública do Fórum Novas Fronteiras 2009-2013 dedicada às Políticas Sociais realiza-se no dia 18 de Julho, às 15h30, na Alfândega do Porto.
Às 16h00 o Painél I debate “O Combate às Desigualdades”. Segue-se o tema “As Políticas Sociais no Território”, apresentada pelo Painél II. A sessão de encerramento, às 17h15, é levada a cabo pelo Secretário-geral socialista, José Sócrates.

Apresentação oficial do candidato do PS á CMSMF

Sábado 18
21 Horas
Colégio Santa Maria de Lamas

Comparece

Mais informações:
geral.pscaldas@gmail.com / 963894106

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Email enviado para o Terras da Feira

Exmo Sr director do bissemanário regional “Terras da Feira”

A edição impressa do vosso jornal número 1941 de 13 de Julho de 2009, contem uma rubrica “RADAR” sobre as Esplanadas de Caldas de São Jorge.

Como refere e bem, nas mesmas foi reposta a legalidade quer em termos de concurso, não existente anteriormente, quer em termos de exploração.

Permita-me que, por ventura, refira dois ou três pontos existentes em tão pequeno texto, que quer por vontade de quem escreveu, quer por falta de informação não correspondem á verdade.

Em primeiro lugar nunca fui concorrente ás ditas esplanadas, apenas pedi o caderno de encargos, caderno este que deveria estar ao dispor da população em geral, e que me foi enviado por e-mail.

Como o dito caderno de encargos continha pontos menos claros e susceptiveis de criar dúvidas fiz um pedido de esclarecimentos á Camara Municipal (entidade responsável pelo concurso?) sobre quatro pontos em 6 de Julho de 2009 as 20.44H, um dia antes do dito concurso.

Recebi como resposta o seguinte email no dia 7 de julho de 2009 as 16.40H.

Ex.mos. Senhores,
Vimos por este meio informar que foram solicitados esclarecimentos por um dos candidatos, pelo que o presente município está a diligenciar no sentido de responder ao mesmo e de remeter a todos os esclarecimentos prestados.
Face ao exposto e pelos motivos referidos, informamos que será definido um novo prazo para apresentar as propostas aquando do envio dos referidos esclarecimentos.
Agradecendo desde já a compreensão, subscrevemo-nos,
Com os melhores cumprimentos.
Atentamente
Ana Santos

Seguidamente foi-me também enviado o seguinte email pelas 17.20H do mesmo dia:

Ex.mos Senhores,
Junto remeto cópia das dúvidas levantadas por um dos candidatos, bem como
dos esclarecimentos prestados pelo presente Município, os quais passam a
fazer parte integrante do presente processo.
Mais se informa, que foi concedido novo prazo até às 17h00 do dia 9 de Julho
de 2009 para apresentarem as suas propostas nos termos constantes do
ofício-convite já remetido.
Atentamente,
Ana Santos


Devo dizer que todos os prazos foram cumpridos por minha parte , caindo por terra as acusações de que sou alvo quer por parte do autor da rubrica “Radar” quer pelo Senhor Presidente da Junta em declarações ao mesmo jornal. O unico responsável pela alteração da data do Concurso é a Camara Municipal.

De salientar que a frase usada pelo autor “A politica não deve ter qualquer preço” é a mesma que o PS de Caldas de São Jorge adoptou desde á uns anos a esta parte e isso tem-se visto enquanto oposição na Assembleia de Freguesia de Caldas de São Jorge e em toda a nossa forma de fazer Politica.

O PS de Caldas de São Jorge presa pela verdade, clareza e igualdade de direitos, lema que o actual executivo de Caldas de São Jorge e mesmo da Camara Municipal não tem sabido utilizar.
Sem mais e para que seja reposta a verdade:

Telmo André dos Santos Gomes
Coordenador do PS Caldas de São Jorge

Junto se remete documentos que comprovam aquilo que está escrito.

terça-feira, 7 de Julho de 2009

José Sócrates no Europarque



A secção do PS de Caldas de São Jorge fez-se representar no Forúm Novas Fronteiras. Em cima da mesa os problemas que os jovens encaram nos nossos dias e respectivas soluções por parte do governo para 2009-2011.

Estamos a apoiar as PME como nunca foi feito no passado

Os apoios às PME e o investimento no comboio de alta velocidade estiveram em destaque no Fórum Novas Fronteiras para a Juventude, que juntou cerca de duas centenas de jovens em Santa Maria da Feira.

Segundo José Sócrates, actualmente estão a ser apoiadas 28.000 PME: "Estamos a apoiar as PME como nunca foi feito no passado. Queremos ser parceiros das empresas para que estas possam enfrentar, com a ajuda do Estado, os problemas".

O primeiro-ministro destacou também a importância do investimento no comboio de alta velocidade e o seu papel "absolutamente decisivo para aproximar Portugal do Centro da Europa", negando ter adiado a decisão sobre o TGV: "Há um concurso a decorrer cuja decisão estava pronta para ser tomada em Agosto. A decisão que tomámos foi dizer que, em vez de a tomarmos em Agosto, esperamos, por escrúpulo democrático, que o novo Governo que vier a ser eleito a 27 de Setembro possa decidir", disse.

Perante uma plateia de jovens, José Sócrates voltou a referir que do programa de Governo do PS fará parte a atribuição de 5.000 estágios profissionais por ano na Administração Pública, considerando que a promoção do emprego para os jovens é também uma obrigação do Estado.

Apelando à mobilização da juventude para as legislativas de Setembro, o primeiro-ministro recordou que o que está em causa é "uma escolha da maior importância entre duas atitudes diferentes para o futuro: a acção e a paralisia, quem quer construir e quem quer destruir, quem tem confiança e quem tem medo do futuro, quem quer fazer avançar o país, e quem quer que o país ande para trás, entre o futuro e o passado".

A este propósito, apontou o que diz serem as "três principais marcas de modernidade" deixadas pelo seu Governo no país: a aposta na qualificação, na tecnologia e nas energias renováveis, mas "sempre com a preocupação de justiça social".

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

José Socrates no Europarque

DOMINGO, 5 DE JULHO, PELAS 15H, HAVERÁ UM FÓRUM NOVAS FRONTEIRAS DE JUVENTUDE, EM PARCERIA COM A JS/AVEIRO, NO EUROPARQUE EM STA. MARIA DA FEIRA, COM O SECRETÁRIO GERAL DO PS, JOSÉ SÓCRATES.

O nosso empenho e mobilização é fundamental e apelo ao esforço de todos. Vem acompanhado de militantes e convida amigos que tenham interesse em participar. Disponibilizamos autocarros para se deslocarem.

PARTICIPA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROGRAMA DE JUVENTUDE PARA O PAÍS!

sábado, 27 de Junho de 2009

Conferência sobre Acção Social em São João da Madeira

Dia: Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Hora: 21H30

Local: Auditório do Museu da Chapelaria de São João da Madeira

Oradores:
· Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social;
· Pedro Nuno Santos, candidato a Presidente da Câmara Municipal de São João da Madeira.

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Debate Quinzenal

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Apoios aos estudantes em debate quinzenal no Parlamento

O debate quinzenal de amanhã, no Parlamento, será dedicado aos apoios aos estudantes. Trata-se do segundo debate consecutivo aberto pelo Governo socialista em que a educação está em destaque.
A 22 de Abril, José Sócrates lançou o tema "política educativa e de apoios sociais". Nesse debate, o Governo anunciou o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos e um programa de bolsas de estudo no secundário a partir do próximo ano lectivo.O primeiro-ministro defendeu que a passagem da escolaridade obrigatória dos actuais 9 para 12 anos significará "para todos os jovens até aos 18 anos a obrigação de frequência de escola ou de um centro de formação profissional”.José Sócrates afirmou ainda que "a partir do mês de Setembro, qualquer aluno que inicie o ensino secundário e seja beneficiário dos dois escalões mais baixos do abono de família terá uma bolsa de estudo”.

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Partido Socialista pede contributos para programa eleitoral

Em Lisboa, na sessão do Fórum Novas Fronteiras, que definiu como “a plataforma de encontro entre o PS e a sociedade”, José Sócrates pediu contributos para o programa eleitoral socialista: “o PS está sempre disponível para ouvir toda a gente, mas sem abdicar dos seus valores, do seu programa e do seu projecto”.
“O nosso projecto é um projecto colectivo, que fica mais rico com o vosso contributo e que fica mais forte com o vosso apoio”, afirmou o secretário-geral do PS, na abertura do seu discurso. “Quero convocar todos aqueles que têm um contributo a dar para a definição de um programa político à altura dos desafios que enfrentamos”, acrescentou.No final da sua intervenção, José Sócrates reforçou que pretende uma “preparação colectiva, em ambiente de discussão viva e participada, do programa eleitoral com que o PS se apresentará às eleições legislativas para governar Portugal”.

José Sócrates defende que o PS não é um partido de protesto, mas um partido de projecto

José Sócrates defendeu, durante a sessão do Fórum Novas Fronteiras, em Lisboa, que o PS se distingue porque “não é nem deve ser apenas um partido de protesto, que se possa limitar a apontar erros e a dizer mal de tudo. Em Portugal já há muita gente para isso, há gente até demais”, observou, concluindo que “o PS não é um partido de protesto, é um partido de projecto”.

Também António Vitorino acusou toda a oposição de ter adoptado uma atitude “de puro protesto” e considerou “mais surpreendente e até verdadeiramente preocupante” que isso aconteça por parte de quem está “à direita” do PS e se quer “afirmar como alternativa de Governo”.O coordenador do programa eleitoral do PS desafiou o PSD a assumir o seu programa político e dizer aos portugueses o que pretende fazer se ganhar as eleições legislativas e formar Governo.Segundo o membro do Conselho Coordenador do Fórum Novas Fronteiras, o comportamento dos sociais-democratas resulta de “não terem programa para apresentar aos portugueses” ou então de estarem “a camuflar o que viriam a fazer se eventualmente chegassem ao Governo”.“E daqui vai o desafio: Assumam, digam o que querem, não tenham medo, digam verdadeiramente o que pretendem”, declarou. “Um verdadeiro programa de direita liberal em Portugal faz-nos falta”, acrescentou António Vitorino, argumentando que isso permitiria “tornar mais clara a demarcação reformista da esquerda democrática e dos valores” do PS

José Sócrates defende investimento público e protecção social

José Sócrates sustentou que nas eleições legislativas os portugueses terão de escolher se querem investimento público e protecção social, propostos pelos socialistas, ou um país parado e um Estado mínimo.
Durante uma sessão do Fórum Novas Fronteiras do PS, em Lisboa, o secretário-geral do PS considerou que “as escolhas políticas fundamentais” que os portugueses terão de fazer nas eleições legislativas “estão claras para o país”.“A primeira escolha é entre combater esta crise mundial com ambição, com iniciativa e também com investimento público” ou “ficar à espera que a crise passe, com medo do futuro e com um preconceito ideológico contra tudo o que signifique intervenção ou iniciativa do Estado”.José Sócrates acrescentou que “a segunda escolha” é seguir “o caminho da modernização e das reformas para preparar um futuro para o país ou parar tudo, andar para trás e paralisar o país, cedendo a qualquer dificuldade ou interesse social”. “Esta é que é a escolha que há a fazer: avançar ou parar e andar para trás”, sublinhou.Quanto à terceira escolha, consiste entre “avançar na protecção social” e “garantir a matriz pública dos sistemas sociais” ou “recuar no Estado social, apostando no Estado mínimo e na privatização dos serviços de segurança social, de saúde e de educação”. “Os portugueses sabem de que lado é que nós estamos”, acrescentou.A respeito da cedência a interesses, José Sócrates afirmou que o PS está “atento aos sinais que vêm da sociedade” e “disponível para ouvir”, mas não permitirá “que os destinos da governação deixem de depender da maioria democrática dos portugueses para ficarem à mercê dos grupos de pressão e de quem grita mais alto nas ruas”.

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Comunicado nº4

O malfadado e escuro processo da Esplanada terá agora recebido alguma luz e a Câmara terá decidido aclarar as coisas ouvindo a voz da razão e da transparência e, de certeza, irá confirmar como tudo nasceu de uma matéria falsificada. É quase certo que a Edilidade reiniciará o processo, abrirá um concurso, acessível a todos e com condições iguais para todos quantos queiram concorrer. E se for concurso por convites, de certeza que formulará convite aos comerciantes de Caldas de S. Jorge. Assim sendo, cumpre-se a decência.

Será oportuno e justo acrescentar aqui duas transcrições. A primeira, tirada da rubrica RADAR do Terras da Feira de hoje (22/06/2009):

“ Sim. Vale a pena lutar. A Câmara Municipal acaba de reconhecer que o processo de concessão de exploração de uma esplanada nas Caldas de S. Jorge não foi bem conduzido e ordenou a realização de novo concurso. Sem ele, não haverá estabelecimento este Verão. Que é como quem diz, tudo o que está para trás , não tem qualquer valor. Por isso, sim, vale a pena lutar contra aquilo que sentimos estar incorrecto e pugnar para que siga o trilho certo. O PS das Caldas de S. Jorge ganhou a batalha. A legalidade ganhou a guerra”.

A segunda, tirada do Prospecto Eleitoral do Partido Socialista, distribuído na Campanha Eleitoral para as intercalares de Novembro de 2007, diz, sob o título “3 ILHA BAR”

"Havendo já indicação de que a Câmara tem estudo avançado para a construção de algo diferente na ilha, insistiremos e daremos o nosso contributo para que a Câmara construa ela própria (a exemplo do que fez em Fiães) ou, em alternativa, avance rapidamente com concurso para que seja construído por terceiro. Como vai demorar, qualquer que seja a solução decidida, no próximo ano, depois de providenciado algum arranjo ao local, PROMOVEREMOS CONCURSO para instalação de esplanada no Verão (segundo e terceiro trimestres).”

Isto vem fazer cair por terra a acusação insensata e mentirosa de que o PS das Caldas de S. Jorge era contra a instalação da Esplanada. Exige sempre é a legalidade e tratamentos não diferenciados.

O Secretariado da Secção do PS de Caldas de S. Jorge

A ESPLANADA DAS CALDAS inTerras da Feira de 22-05-2009

A resposta política à prática rasteira a que se tem apegado a Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge, ou como se vai dizendo e se sente, do seu presidente, foi dada de forma estrondosa e demolidora na reunião extraordinária da Assembleia de Freguesia de 9 do corrente, ao ser viabilizada a Moção, de texto contundente, apresentada pelos eleitos do PS. Recebeu a Moção 6 (seis) Votos favoráveis (PS+PSD) e mais uma abstenção de um eleito “Futuro Já”. Parece, ou intui-se, que o PSD não verá com olhos ternos a futura candidatura do actual presidente sob a sigla das “Setas” e parece que começa a resvalar o apoio “Futuro Já”.

Não conta só o Voto de Repúdio e Censura, com aprovação de mais de dois terços, à actuação da Junta e do seu presidente na tentativa de, sem consulta a ninguém e sem ter poder para tal, ter dado instruções e a implícita autorização a um particular para iniciar a montagem de uma estrutura amovível em espaço público municipal. Claro que esse particular não arriscaria a montagem se lhe não tivesse sido dada a “garantia” de que lhe caberia explorar a esplanada de Verão. Esplanada a que esta Junta não manifestou interesse ao ser consultada pela Câmara, como fizeram outras quatro Juntas do Concelho. É intuitivo que assim procedeu, porque se respondesse afirmativamente, ficaria desde logo sujeita às condições insertas no EDITAL publicado pela Câmara e colado no “site” oficial. Alheou-se exactamente para, subrepticiamente, entregar a exploração a um amigo que já fizera a exploração em 2008 e também debaixo de grossa polémica.

Declarou o presidente da Junta diversas vezes que tinha na mão documentos para exibir e que provariam que “tudo estava na legalidade”, apesar de, mesmo antes da Assembleia, ter mandado descer um enorme placard a anunciar a abertura dessa esplanada para o dia 5 de Junho. No decurso da Assembleia e questionado para mostrar tais provas concludentes, brandiu um papel que disse ser um documento interno da Câmara, por isso secreto e não mostrável a ninguém, nem aos jornalistas, e lendo, ou simulando ler, disse que nesse documento, se anunciava um concurso de “ajuste directo” que estaria em curso, que foram convidadas três entidades a darem propostas e que o Vereador do Pelouro declarara este caso de “Interesse Público Municipal” para assim se ter agido.

Claro que é pantominice, porque, e o Senhor Vereador saberia, e não se meteria nisso, espera-se, que o interesse municipal nunca seria beliscado se, porventura, a esplanada fosse explorada por outro que não o que estava predestinado a ser apadrinhado. Pela Junta sabia-se. Não se imaginava que pudesse estar pela Câmara ou por um Vereador. Claro que a generalidade das pessoas não acreditou no que diria o papel brandido, porque se fosse como disse o presidente, ele mostrá-lo-ia ou até daria fotocópias. Porquê o segredo?

Fortemente questionado pela Assembleia (eleitos e público) deixou cair que, dos três convidados, um só lhe ouvira o nome e não sabia quem era, outro era o dono da estrutura montada e o prévio ganhador e outro era o Construtor Civil (pedreiro) a quem, por esquema ainda não esclarecido, tinha sido entregue a construção dos sanitários. Perguntado o critério da escolha, empurrou para a Câmara e que a Junta nada tinha a ver com o caso. Esqueceram-se de convidar um só comerciante de S. Jorge de entre vários que há da área da restauração/bar/cafetaria. Poderiam ter convidado também o farmacêutico! Informou mais que o preço base seria de € 600,00 e não especificou mais nenhuma condição do concurso. Claro que, mesmo tratando-se de, se legal, concurso restrito, teria que ser publicitado, pelo menos por edital camarário e, foi garantido em plena Assembleia que não fora afixado qualquer aviso. A propósito, diga-se que a Esplanada de Argoncilhe teve como preço base € 1 000,00. E foi ganha por um comerciante de S. Jorge.
Brincou-se aos concursos e receia-se que alguém com responsabilidade na Câmara tenha dado cobertura a semelhante intrujice.

Esta Assembleia trouxe à pele uma inversão do posicionamento tradicional do órgão, onde o executivo via normalmente os seus pontos de vista fazerem valimento. É que se achou esquisito o aparecimento da esplanada sem concurso, disse o Presidente da Mesa que reforçou dizendo que se visse que havia habilidade seria contra. Foi bem mais do que habilidade. Foi rasteira e, ao que se receia, com um erguer errado de bandeirola por banda de quem exerce, no caso, função de quase juiz.

Os factos ficaram sobejamente demonstrados pela intervenção produzida e pelos termos da Moção e as questões postas ao presidente pelos eleitos e pelo público tiveram como resposta o silêncio gaguejado do costume.

Não se saberá o desfecho deste caso. As declarações do Vereador à imprensa são preocupantemente dúbias. Foi apresentada queixa à Autoridade da Concorrência e muitas autoridades tomaram ciência deste desmando. Ficará, pelo menos, a condenação política bem explícita, mesmo que, por métodos vergonhosos os dinheiros entrem em bolsos indevidos.

José Pinto da Silva

CARTA ABERTA in Correio da Feira de 22-06-2009

Exmo. Senhor Vereador
Dr. Celestino Portela,

Tive oportunidade de assistir a uma parte do debate “Antes da Ordem do Dia” da reunião ordinária da Assembleia Municipal de ontem, dia 19 e estive atento, sobretudo, à resposta dada por V. Exa. à questão levantada a pretexto do que chamarei “incidente” da Esplanada de Verão em Caldas de S. Jorge.

Pela forma como abordou a questão e tentando contar o episódio desde o início, não me ficou dúvida de que, sendo V. Exa. pessoa séria, se estribou em dados informativos mentirosos e que podem ter sido passados a V. Exa. de má fé e para, com o aval oral de V. Exa. fazerem valer uma trapaça.

Corresponde à verdade que a Junta de Freguesia de Caldas de S. Jorge não respondeu afirmativamente à consulta feita pela Câmara a todas as freguesias. Apareceu mais tarde, não ficou especificado em que data, a pedir a instalação da esplanada, o que terá acontecido também com Guizande. No caso de Caldas de S. Jorge, fácil é deduzir, Senhor Vereador, que a Junta não se candidatou inicialmente para que a pessoa que lhe interessava vencesse não ficasse sujeita aos ditames e condições de um concurso (hasta pública) publicitado.

E assim foi porque em 25 de Maio, com autorização saiba-se lá de quem, foi montada a estrutura amovível para a esplanada no mesmo espaço público municipal. Disse V. Exa. que foi montada para ser utilizada pelo Festival do Doce. Claro que foi essa a justificação que lhe foi dada para o abuso, só que é uma redonda mentira. Os promotores expuseram, de resto, um grande placard a anunciar a abertura da Esplanada de Verão para o dia 5 de Junho, data que coincidia com a abertura do Festival Doce e que era precisamente para aproveitar a afluência mais numerosa de gente.

Como nesse entrementes foi publicada uma queixa endereçada à Autoridade da Concorrência, foi o placard baixado e, para salvar a face, permitiram que o promotor do Festival Doce (Juventude Inquieta) usasse a estrutura montada para fazer alguma receita extra. Esta a verdade dos factos, que, de resto, o presidente da junta deixou sair em declarações a uma rádio.

A iniciativa de elaboração de um concurso restrito, por convites, foi uma tentativa de circundar uma tentativa falhada, de resto V. Exa. ter-se-á apercebido da manobra ao olhar as pessoas indicadas pela Junta para serem convidadas. Uma o Presidente da Junta disse em sede de Assembleia de Freguesia que nem a conhecia, outra foi um pequeno Construtor Civil (pedreiro) que tinha “ganho?” a execução dos sanitários e o outro foi o dono da estrutura montada. Não achou V. Exa. bizarro não ter sido indicado o nome de nenhum comerciante de Caldas de S. Jorge do ramo restauração/bar/cafetaria? Saberá V. Exa. que quem ganhou a esplanada de Argoncilhe foi um comerciante de Caldas de S. Jorge, do ramo e que, por maioria de razões concorreria à de Caldas de S. Jorge? Por deficiência de documentos ficou sem atribuir! É claro que não convence ninguém.

Então nem o dono da estrutura, que ganhou no ano transacto (não cumprindo a maioria das disposições do Caderno de Encargos a que se comprometeu, acrescente-se) não apresentava documentação válida? Mostra à evidência que esperava a entrega, então, por ajuste directo para ficar desligado de todas as obrigações e ficar só com o proveito possível. Preço, energia, sanitários, etc. etc.

Na Assembleia de Freguesia entretanto convocada para se discutir esse assunto, o Presidente da Junta, brandiu um papel que disse ser um documento interno da Câmara, que era secreto e que estaria assinado por V. Exa. Que nesse documento, além de outras coisas, teria V. Exa. invocado a figura do “INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL” para fazer aquela cena a que foi chamado concurso. Agora questiono eu. É razoável invocar interesse municipal para abrir um estabelecimento “vende finos” onde quer que seja? A de Guizande também foi por interesse público municipal? Então porque se não invocou a mesma figura para todas as outras freguesias?

Ficou provado em sede de Assembleia de Freguesia que, para usar o meigo termo do Presidente da Mesa, houve HABILIDADE. Eu direi, sem medo de desmentido, houve má conduta para atingir determinado fim e o fim era o de se entregar a esplanada sem possível oposição a um apaniguado do Presidente da Junta.

Senhor Vereador: A face de todos só ficará lavada, sobretudo a da Câmara, dona do espaço abusivamente usado desde o dia 25 de Maio, se o processo se reiniciar, sendo levado a facto uma hasta pública, (processo simples) e onde sejam claramente especificadas as condições de exploração.

Ficou demonstrado em todo este processo que toda a gente, e eu também, se não opõe a que seja explorada a esplanada de Verão. Querem, e eu também, que seja entregue a exploração a quem quer que seja, mas por processos limpos e não com favores descarados.

José Marques Pinto da Silva